{"id":63,"date":"2023-04-28T09:13:10","date_gmt":"2023-04-28T09:13:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ginasiosdavinci.com\/blog\/?p=63"},"modified":"2023-04-28T09:13:31","modified_gmt":"2023-04-28T09:13:31","slug":"so-13-dos-professores-do-ensino-nao-superior-tem-um-grau-de-mestre-ou-de-doutor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ginasiosdavinci.com\/blog\/2023\/04\/28\/so-13-dos-professores-do-ensino-nao-superior-tem-um-grau-de-mestre-ou-de-doutor\/","title":{"rendered":"S\u00f3 13% dos professores do ensino n\u00e3o superior t\u00eam um grau de mestre ou de doutor"},"content":{"rendered":"\n<p>O envelhecimento da classe docente tamb\u00e9m se reflecte no seu retrato acad\u00e9mico: a esmagadora maioria dos docentes em exerc\u00edcio tem licenciatura pr\u00e9-Bolonha, quando ainda n\u00e3o era necess\u00e1rio um mestrado em ensino para exercer a profiss\u00e3o. Mas a idade n\u00e3o explica tudo. \u201cUm professor que tenha o grau de doutor n\u00e3o tem qualquer vantagem de progress\u00e3o, remunera\u00e7\u00e3o ou reconhecimento na escola onde lecciona\u201d, sublinha investigadora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"682\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ginasiosdavinci.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/temp2-6-682x1024.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-64\" srcset=\"https:\/\/www.ginasiosdavinci.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/temp2-6-682x1024.webp 682w, https:\/\/www.ginasiosdavinci.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/temp2-6-200x300.webp 200w, https:\/\/www.ginasiosdavinci.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/temp2-6-77x116.webp 77w, https:\/\/www.ginasiosdavinci.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/temp2-6.webp 740w\" sizes=\"auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-bqkgc\">Doutoramento ou mestrado continuam a ser habilita\u00e7\u00f5es pouco frequentes entre os professores do ensino b\u00e1sico e secund\u00e1rio, como comprovam os dados do <a href=\"https:\/\/www.dgeec.mec.pt\/np4\/%7B$clientServletPath%7D\/?newsId=1391&amp;fileName=DGEEC_DSEE_2022_PerfilDocente202021.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00faltimo Perfil do Docente<\/a> publicado recentemente pela Direc\u00e7\u00e3o-Geral de Estat\u00edsticas da Educa\u00e7\u00e3o e Ci\u00eancia (DGEEC).<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-200i3\">Apesar de os mestrados em ensino serem obrigat\u00f3rios desde 2007 para o exerc\u00edcio da fun\u00e7\u00e3o docente, s\u00f3 12,7% dos professores do ensino b\u00e1sico e secund\u00e1rio e educadores de inf\u00e2ncia \u2014 em Portugal continental \u2014 eram titulares de um doutoramento ou mestrado em 2020\/21, ano a que reportam os \u00faltimos dados publicados.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-cqu8m\">Tendo em conta a idade m\u00e9dia dos professores (52 anos), este retrato das habilita\u00e7\u00f5es acad\u00e9micas da classe docente evidencia que a maioria dos professores em exerc\u00edcio det\u00e9m licenciatura realizada antes da reforma de Bolonha. A posse de uma licenciatura pr\u00e9-Bolonha apenas confere, actualmente, a <a href=\"https:\/\/manage.wix.com\/2018413\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">chamada \u201chabilita\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria<\/a>\u201d para a doc\u00eancia, o que inviabiliza que os seus titulares possam candidatar-se aos concursos nacionais de coloca\u00e7\u00e3o de professores.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-8njn7\">Para serem professores t\u00eam de ser contratados directamente pelas escolas e apenas na aus\u00eancia de docentes com habilita\u00e7\u00e3o profissional, que \u00e9 conferida pelos mestrados em ensino e se tornou a condi\u00e7\u00e3o para o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-2tcfi\">Quer isto dizer que a maioria dos 150 mil docentes em fun\u00e7\u00f5es no ensino p\u00fablico e privado teria de ser alinhada na primeira excep\u00e7\u00e3o caso n\u00e3o estivesse j\u00e1 a dar aulas? Seria assim se a maioria n\u00e3o tivesse acrescentado \u00e0 licenciatura a chamada \u201cprofissionaliza\u00e7\u00e3o em servi\u00e7o\u201d, que \u00e9 alcan\u00e7ada atrav\u00e9s de um curso de um ou dois anos numa institui\u00e7\u00e3o do ensino superior, reconhecida para o efeito pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-2tnnj\">Professores de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica mais \u201cqualificados\u201d<\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-95fjq\"><\/h2>\n\n\n\n<p id=\"viewer-90rg1\">Estes cursos, que incidem essencialmente sobre pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas, n\u00e3o conferem qualquer grau acad\u00e9mico, mas garantem a habilita\u00e7\u00e3o profissional a quem os conclui. Este percurso \u00e9 v\u00e1lido para quem tenha pelo menos seis anos efectivos de servi\u00e7o docente, o que abrange a quase totalidade da classe docente.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-fmp9g\">Garantida esta qualifica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios outros graus para prosseguir na carreira docente, o que pode ser uma das raz\u00f5es para que 80,6% dos professores do ensino n\u00e3o superior detenham \u201capenas\u201d o grau de licenciado ou equivalente, que, antes de Bolonha, equivalia a um curso com uma dura\u00e7\u00e3o de cinco anos. Cerca de 6,6% t\u00eam ainda o grau de bacharel, que podia ser atribu\u00eddo a quem s\u00f3 conclu\u00eda os primeiros tr\u00eas anos destas licenciaturas, uma dura\u00e7\u00e3o igual \u00e0 que t\u00eam agora os cursos deste n\u00edvel de forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7ele0\">Mas h\u00e1 outro motivo de peso para este \u201cdesinteresse\u201d por mais graus acad\u00e9micos, aponta a investigadora do ISCTE-IUL Isabel Flores: \u201cA inexist\u00eancia de est\u00edmulos na carreira docente que surjam por esta via.\u201d \u201cUm professor que tenha o grau de doutor n\u00e3o tem qualquer vantagem de progress\u00e3o, remunera\u00e7\u00e3o ou reconhecimento na escola onde lecciona.\u201d Isabel Flores defende por isso a cria\u00e7\u00e3o de \u201cest\u00edmulos quer a n\u00edvel de escola quer a n\u00edvel central, que proporcionem o desenvolvimento de projectos que envolvam a academia e o terreno e, ao abrigo dos quais, seja vantajoso e estimulante para os professores regressar \u00e0 forma\u00e7\u00e3o acad\u00e9mica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-8ol71\">Os dados da DGEEC <a href=\"https:\/\/www.dgeec.mec.pt\/np4\/1393.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mostram tamb\u00e9m<\/a> que, entre os grupos com mais professores no 3.\u00ba ciclo e secund\u00e1rio, o de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica \u00e9 o mais \u201cqualificado\u201d: 24,6% dos seus docentes t\u00eam um mestrado ou doutoramento. Seguem-se-lhe os grupos de F\u00edsica e Qu\u00edmica (17,9%), Biologia e Geologia (17,8%), Matem\u00e1tica (14,8%) e Portugu\u00eas (14,3%). Por n\u00edvel de ensino verifica-se que a maior percentagem de doutorados ou mestres se concentra no 3.\u00ba ciclo e secund\u00e1rio (16,6%) e que a menor (4,1%) se regista entre os educadores de inf\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-7aqa4\">Envelhecimento sobe em flecha<\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-e6cdt\"><\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-df1ou\"><\/h2>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7g3f5\">O que o novo relat\u00f3rio da DGEEC tamb\u00e9m confirma \u00e9 que o <a href=\"https:\/\/manage.wix.com\/2019959\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">envelhecimento da classe docente<\/a> n\u00e3o tem parado de se agravar. Nem poderia ser de outra forma, j\u00e1 que mesmo a maioria dos professores que t\u00eam entrado recentemente para o quadro est\u00e1 entre os 45 e os 50 anos de idade. E os que chegam \u00e0s escolas <a href=\"https:\/\/manage.wix.com\/1886031\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">com 30 anos ou menos<\/a> quase nem se vislumbram: no ensino p\u00fablico s\u00e3o 1345 num universo de cerca de 121 mil docentes.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-1lnlm\">E \u00e9 assim, por exemplo, que a propor\u00e7\u00e3o dos professores do 3.\u00ba ciclo e secund\u00e1rio que t\u00eam 50 anos ou mais acabou por aumentar mais de 100% em apenas nove anos. De 25,7% em 2010\/2011 passou para 55,3% em 2020\/2021. Nos grupos de recrutamento mais numerosos do 3.\u00ba ciclo s\u00e3o os professores de Portugu\u00eas os mais envelhecidos: a sua idade m\u00e9dia est\u00e1 nos 53 anos. Os mais \u201cjovens\u201d s\u00e3o os de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, com a m\u00e9dia a fixar-se em 48 anos.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-9tm09\">Os educadores de inf\u00e2ncia s\u00e3o respons\u00e1veis por crian\u00e7as dos tr\u00eas aos cinco anos, mas este grupo \u00e9 o que tem a idade m\u00e9dia mais elevada entre os professores de todos os n\u00edveis de ensino: 54 anos. No privado ronda os 43 anos. Em conjunto com os do 1.\u00ba ciclo, os educadores de inf\u00e2ncia s\u00e3o tamb\u00e9m os que t\u00eam uma carga lectiva maior: 25 horas de aulas semanais por contraponto \u00e0s 22 horas em vigor a partir do 2.\u00ba ciclo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-bnirq\">Isabel Flores lembra que \u201ceste envelhecimento est\u00e1 intimamente ligado \u00e0s mudan\u00e7as de legisla\u00e7\u00e3o que <a href=\"https:\/\/manage.wix.com\/1985286\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">atrasaram as reformas<\/a> dos educadores de inf\u00e2ncia e dos professores do 1.\u00ba ciclo, fazendo com que estes fiquem at\u00e9 mais tarde\u201d. Mas salienta o seguinte: \u201cA investiga\u00e7\u00e3o tende a mostrar que os educadores e professores mais velhos, com mais experi\u00eancia, s\u00e3o os mais pacientes e seguros na sua pr\u00e1tica profissional, sendo estas vari\u00e1veis apontadas como vantagem ao sistema.\u201d Ou seja, especifica, \u201ca idade por si n\u00e3o deve ser encarada como um problema, mesmo quando \u00e9 para lidar com crian\u00e7as mais novas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-10pba\">Mais mulheres em carreiras prec\u00e1rias<\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-17dsi\"><\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"viewer-ej9a7\"><\/h2>\n\n\n\n<p id=\"viewer-49esl\">O certo \u00e9 que o n\u00famero de professores em situa\u00e7\u00e3o de baixa m\u00e9dica \u00e9 maior tanto na educa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-escolar como no 1.\u00ba ciclo, onde a idade m\u00e9dia dos professores do ensino p\u00fablico ronda os 50 anos. \u00c9 o que t\u00eam mostrado as contrata\u00e7\u00f5es de professores que est\u00e3o a ser feitas para substitui\u00e7\u00e3o de docentes de baixa. Ainda na semana passada, dos 1673 que foram colocados com este fim em 26 \u00e1reas, 722 estavam nos grupos de recrutamento do pr\u00e9-escolar e do 1.\u00ba ciclo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-3i6sd\">Tamb\u00e9m o ensino superior se confronta com o envelhecimento acentuado da sua classe docente, embora a n\u00edveis ainda inferiores ao que regista nos outros n\u00edveis de ensino. Entre 2010\/11 e 2020\/21, a propor\u00e7\u00e3o de docentes do superior com 50 ou mais anos passou de 31,2% para 46,8%. A idade m\u00e9dia ronda agora os 48 anos.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-28oj4\">Quanto ao resto, s\u00e3o muitas as diferen\u00e7as entre o ensino b\u00e1sico e o secund\u00e1rio e uma de monta \u00e9 a que tem que ver com o peso de cada g\u00e9nero entre os professores. Nos ciclos de ensino mais baixos, as mulheres continuam a dominar a classe docente, variando a sua percentagem entre 99,1% na educa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-escolar e 71,8% no 3.\u00ba ciclo e secund\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-fqu3d\">J\u00e1 no ensino superior a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 a inversa, com os <a href=\"https:\/\/manage.wix.com\/1749276\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">homens a manterem o dom\u00ednio<\/a> em todas as categorias \u00e0 excep\u00e7\u00e3o da carreira de investiga\u00e7\u00e3o, onde o peso das mulheres sobe para 62%. E isto acontece porqu\u00ea? \u201c\u00c9 um mist\u00e9rio\u201d, comenta Isabel Flores, lembrando que neste campo \u201cPortugal se comporta de uma maneira em contraciclo face aos restantes pa\u00edses da OCDE, onde a investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m ocupada predominantemente por homens\u201d. Mas h\u00e1 raz\u00f5es que poder\u00e3o justificar esta situa\u00e7\u00e3o: \u201cA carreira de investiga\u00e7\u00e3o actualmente caracteriza-se por uma maior precariedade em compara\u00e7\u00e3o com a carreira de professor, e julgo que essa pode ser uma justifica\u00e7\u00e3o para os homens preferirem e ambicionarem a um lugar de professor deixando a investiga\u00e7\u00e3o para as colegas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7fakt\">Sobre a feminiza\u00e7\u00e3o da classe docente no ensino n\u00e3o superior, a investigadora sublinha que esta tend\u00eancia se foi acentuando \u201c\u00e0 medida que a educa\u00e7\u00e3o se foi universalizando, de forma a crescer ao menor custo poss\u00edvel\u201d: \u201cComo era poss\u00edvel pagar menos a mulheres para ensinar, a profiss\u00e3o de professor vai progressivamente ganhando um cariz maternal nos n\u00edveis mais baixos de ensino e afastando-se de compet\u00eancias de conhecimento avan\u00e7ado. Este movimento n\u00e3o \u00e9 recente nem exclusivamente portugu\u00eas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-90cp7\">Fonte: Jornal P\u00fablico (19\/9\/2022)<\/p>\n<div class=\"likebtn_container\" style=\"\"><!-- LikeBtn.com BEGIN --><span class=\"likebtn-wrapper\"  data-identifier=\"post_63\"  data-lang=\"pt\"  data-style=\"\"  data-unlike_allowed=\"\"  data-show_copyright=\"\"  data-item_url=\"https:\/\/www.ginasiosdavinci.com\/blog\/2023\/04\/28\/so-13-dos-professores-do-ensino-nao-superior-tem-um-grau-de-mestre-ou-de-doutor\/\"  data-item_title=\"S\u00f3 13% dos professores do ensino n\u00e3o superior t\u00eam um grau de mestre ou de doutor\"  data-item_image=\"https:\/\/www.ginasiosdavinci.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/temp2-6-682x1024.webp\"  data-item_date=\"2023-04-28T09:13:10+00:00\"  data-engine=\"WordPress\"  data-plugin_v=\"2.6.48\"  data-event_handler=\"likebtn_eh\" ><\/span><!-- LikeBtn.com END --><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O envelhecimento da classe docente tamb\u00e9m se reflecte no seu retrato acad\u00e9mico: a esmagadora maioria dos docentes em exerc\u00edcio tem licenciatura pr\u00e9-Bolonha, quando ainda n\u00e3o era necess\u00e1rio um mestrado em ensino para exercer a profiss\u00e3o. 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